“Ouvi dizer, que quem te ama não te abandona.”
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Eu tinha perdido o controle de mim mesma, tinha passado a noite inteira me revirando na cama.
Eu não conseguia parar de pensar em todo o mal que o Trevor tinha feito pra duas pessoas tão importantes na minha vida.
Quem ele pensa que é pra sair estuprando e abusando de garotas inocentes como elas?
Diacho ele pode pegar quantas vadias ele quiser, ele não precisava ser tão sujo, tão crápula.
Depois da Julie ter me contado tudo com lágrimas nos olhos e um desespero na alma eu não pensei duas vezes antes de ir atrás desse filho da puta. Não foi difícil descobrir onde é o esconderijo onde ele fica por que o idiota do Chaz estava bêbado quando eu perguntei a ele.
Peguei o carro da minha mãe por que o meu ainda estava com o Justin e ele tinha pegado sua Range Rover de volta.
Estacionei perto de uma calçada e atravessei a rua.
O lugar era subterrâneo, um túnel de baixo da terra digamos assim.
Tirei o meu casaco ficando apenas com uma lingerie, eu sabia que essa era a única maneira de entrar ali sem que desconfiassem de mim.
A arma estava escondida entre os meus seios no corpete e por incrível que apareça eu não conseguia sentir medo, eu apenas me lembrava de tudo que o Justin tinha me ensinado sobre render o inimigo.
Quase certo de que eu não sairia viva dali, mas quem se importa?
Pelo menos eu vingaria todo o mal que ele já causou para várias pessoas.
Eu precisava botar tudo pra fora, aquela raiva não me deixaria viver em paz.
- E ai gatinhos! – eu estava mastigando chiclete de forma provocativa – Eu fui contratada pelo chefinho de vocês.
Os dois seguranças me olharam desconfiados.
- Hum, e quando foi isso?
- Olha gato, é melhor você me deixar passar logo, não vai querer irritar ele, vai?
Eles pareceram refletir sobre as minhas palavras.
- Até por que – enrolei uma mecha de cabelo com os dedos e mordi os lábios – Não é todo dia que ele tem mercadoria tão boa.
Acho que eles tiveram um orgasmo somente com a forma insinuante em que eu rebolei sobre cada um deles.
- Pode passar. – gaguejou um deles quase sem fôlego.
Não tenho culpa se eu nasci gostosa.
Confesso que não curti muito o lugar.
Estava cheio de baratas, ratos, um monte de insetos de um lado pro outro.
Era meio assustador.
E tinham mais seguranças, porém eles não faziam nada além de me devorar com os olhos.
Hesitei por um segundo antes de chegar a porta do escritório de Trevor Maddox..
Me perguntei se o Bob realmente guardaria segredo, só pra começar eu nem tive coragem de ligar pra ele por que sabia que ele ia acabar conseguindo me convencer a não fazer nenhuma merda, mas eu sou impulsiva.
Tinha deixado um recado na caixa postal, nada muito meloso, só disse que ia atrás de justiça e que eu amava cada um deles.
Isso incluía todos, inclusive Justin.
Nunca fiquei tão aliviada como quando a Victoria me contou que ele não era o pai do filho da Julie. Por um segundo eu pensei que nós realmente tínhamos uma chance, mas ai eu tirei a denuncia, e quando ele saiu da sala nós dois estávamos brigando como dois idiotas de novo.
Isso é tão exaustivo que me dá câncer.
Eu simplesmente percebi que por mais que eu o amasse, e por mais que ele me desejasse, nós nunca íamos dar certo.
Nunca dá certo quando você ama sozinha.
Quando você não é prioridade pra outra pessoa.
Mas é como eu disse a ele, não importa quantos verões, quantas vidas, eu sempre o amaria, sempre amaria cada detalhe daquele babaca sem sentimentos.
Aquele imbecil que apesar de não ser o pai do filho da minha irmã continuava sendo um gangter perigoso, um homem canalha e o cara que tinha matado o melhor professor que eu já tive.
Como será que ele reagiria ao saber da minha morte?
Será que ele se importaria?
Ou será que ele simplesmente seguiria em frente como se não fosse nada?
Eu nunca vou saber.
Os outros dois seguranças parados perto da porta não fizeram nenhuma pergunta, apenas assentiram e a abriram fechando logo em seguida.
O homem estava de costas com um cigarro na mão, podia ver a fumaça subindo pra cima.
Ao notar que havia alguém ali ele girou a cadeira e abriu um enorme sorriso.
- Ao que devo honra?
- Eu vim dar pra você. – caminhei até ele sendo curta e grossa, o chiclete na minha boca só tornava tudo mais medíocre.
Ele deu uma gargalhada.
- Não me lembro de ter te chamado.
- Não tô nem ai! – me aproximei e girei sua cadeira sentando entre suas pernas – Pode ter certeza que você não vai se arrepender.
Ele estava sem camisa e tinha o corpo inteiro coberto por tatuagens de todos os tipos, a maioria eu não conseguia nem mesmo identificar. E não é que aquele filho da puta é mesmo gostoso? Porra louca. Dá pra entender por que elas ficaram caidinhas por ele, só de vê-lo já da pra pensar coisas erradas.
Mas não ia acontecer comigo por que apesar de tudo eu sentia nojo dele.
Seus olhos escuros exalavam uma luxuria de outro mundo.
- Qual o seu nome? – ele apertou minhas coxas – Por que olha, eu não costumo fazer esse tipo de pergunta, é só que, bom... algo me diz que você não veio aqui só pra isso, é, tem algo dentro de você que... que é instigante.
- Meu traseiro gato! – minhas palavras fizeram ele rir de novo – E quanto ao meu nome é melhor deixar de lado, não quero você me implorando pra me comer de novo depois que eu sair por aquela porta.
Ele gargalhou.
- Ah é? – senti ele aproximar seu rosto e em segundos morder o meu lábio inferior com força tentando realmente fazer um estrago – Gostei de você.
- Eu sei. – rebolei em seu colo, eu era muito boa nisso – É o que eu costumo ouvir.
Ele começou a beijar o meu pescoço com ferocidade, enquanto isso suas mãos deslisavam por todo o meu corpo, mas eu não deixava com que ela fosse até os meus seios de forma alguma. Eu só estava esperando o momento certo para dar o bote, não seria tão difícil, eu poderia lidar com ele.
E no fim nem estava sendo tão ruim assim.
Como eu disse, ele é muito gostoso e tem uma pegada de arrepiar.
- Vadia... – ele sussurrou em meu ouvido – Você é realmente adorável, uma puta de uma gostosa, mas... – de repente ele segurou meu braço com força e me empurrou pra cima da mesa, achei que ele ia começar uma sessão de transa que vai entrar pra história, mas em vez disso ele me prendeu de tal forma que eu não poderia nem mesmo me mover – Mas que pena que mexeu com o cara errado.
- O que? – a pressão que ele fazia me deixava quase sem voz.
- Eu não sou burro vagabunda! – ele rapidamente enfiou as mãos no meu sutiã tirando de lá a arma, uma risada inebriante soou pelos cantos – Acha que está falando com quem? Chuck Norris? Não dessa vez filha da puta! – ele me acertou um tapa em cheio.
Senti minhas bochechas formigarem.
Parecia até que ele tinha conseguido quebrar os meus dentes.
Ele jogou a arma no chão e me acertou outro tapa.
- Você acha que eu não sei quem você é Jessica Baker Jobs? – suas palavras me fizeram tremer dos pés a cabeça – Porra eu comia a sua irmã quase todos os dias, eu só queria saber o que deu nela pra ela sumir de repente.
Isso não era possível, não...
- Eu tenho a sua ficha completa vadia. Espera, você e o Justin tem um caso não tem? Calma ai, você é a garota que ajudou ele a conseguir a grana, estou certo? Ah não, que desperdício de talento... – ele roçou seus lábios levemente nos meus, eu sentia nojo de mim mesma – Uma garota tão boa – ele apertou minha coxa – Se deixando levar por insignificantes como ele.
- Eu quero ir embora... – disse arrastando a voz.
- Você quer é? – ele gargalhou e acertou outro tapa que me fez virar o rosto, era como um soco no estômago só que dez vezes pior, ele tinha a mão pesada – Achei que você tinha vindo aqui pra abrir as pernas pra mim.
- Você é um desgraçado! – grunhi deixando a raiva tomar conta de mim.
- O que você disse? – ele apertava meus dois braços com brutalidade, minhas costas estavam começando a doer por que ele estava chocando-as contra a mesa de forma esmagadora – Repete puta, repete!
- VOCÊ É UM DESGRAÇADO! – gritei cuspindo na cara dele.
Ele não disse uma palavra, simplesmente me deu três tapas seguidos.
Meu nariz estava sangrando e eu sentia o gosto na minha boca.
Foi ai que eu me dei conta de que eu sou mesmo uma burra.
Onde eu estava com a cabeça de achar que eu poderia matar o maior gangster de todos os tempos? É claro que ele sabia quem eu era.
Fala sério, eu só assaltei uns mercadinhos, não é nada perto... disso.
Ele é o Trevor Maddox e não um senhorzinho de sessenta anos medroso.
- Deixa eu te contar uma história, você quer saber? – ele foi extremamente nojento quando lambeu um pouco do sangue no meu rosto.
Torci o nariz sentindo meu estômago embrulhar.
Ele me soltou por uma fração de segundos e tirou uma Calibre 38 de uma das gavetas ao seu lado. Senti ele afundar seus dedos no meu cabelo o puxando com força, foi assim que ele me fez ficar de pé.
E foi como se todos os meus ossos estivessem se quebrando quando ele me empurrou pra parede três vezes seguidas.
Ele é um filho da puta.
Trevor puxou meu cabelo de novo e acertou mais um tapa, e depois outro.
Eu não conseguia nem mesmo gritar ou reclamar, parecia que a dor era mais interna do que externa. Estava entorpecida.
Por que eu sabia que era o meu fim.
Eu ia morrer por nada.
- Sentadinha vadia! – exigiu ele me jogando no chão com a arma apontada pra minha cabeça, mesmo que ele não estivesse armado eu não tinha a menor chance de fazer qualquer coisa.
- O que você vai fazer? – gaguejei cuspindo o sangue no chão.
Ele gargalhou e pegou uma cadeira.
Ele passou uma perna em cada lado da mesma e apoiou seus braços nas costas dela sem desviar a arma da minha cabeça.
- Eu conheci a sua irmã no final do ano, tem quatro ou cinco meses? Eu sei lá, só sei que quando a vi em uma das minhas boates eu imediatamente mandei que trouxessem ela pra mim. Olha, se tem uma coisa que eu devo admitir é que isso é de família, seu pai é bom na coisa. – ele riu malicioso – Depois de conseguir seduzir ela, o que foi muito fácil, descobri que ela era filha do dono da Apple, nossa, isso sim foi épico, eu investiguei tudo sobre ela, inclusive sobre você, eu disse que um dia ainda te teria nos meus braços também.
- Nojento! – grunhi incrédula.
- Julie é muito boa na cama, ela faz um boquete excelente, espero que você também seja boazinha Jessica. – ele suspirou – O mais engraçado foi quando eu descobri que o Justin estava apaixonado, sim, por que não tinha outra explicação pra ele ter ficado tão babaca da noite pro dia.
- Perdeu seu tempo – falei orgulhosa – Justin nunca se apaixonou por ninguém.
- Mulheres! – gargalhou ele – Tão tolas.
- Ele...
- Ele gosta de você. – disse ele, me interrompendo – E agora eu entendo por que.
- Não, ele não...
- Calada! – disse petulante – Justin vai vir atrás de você e nós vamos acertar as contas, você é o único motivo pelo qual ele viria atrás de mim.
Forcei uma risada mesmo sentindo dor.
- Acha mesmo que o Justin viria atrás de mim? – reforcei o sorriso fazendo uma careta por causa da dor – Parece que você não conhece o Bieber.
- Melhor do que você eu vejo que sim.
- Olha aqui Maddox – ergui o rosto e o fitei – Justin não sente nada, nunca sentiu e nunca vai sentir, ele é um merda, um canalha, um insensível, se existe uma pessoa fria no mundo, esse alguém é certamente ele, não espere que ele venha atrás de mim, se você quer mesmo pegar ele tem que ir atrás por que o filho da puta não sente porra nenhuma, acho que até mesmo se fosse a mãe dele aqui ele ia tá pouco se fodendo, sabe por que? Por que ele é o Justin Bieber, é tão simples, e não adianta eu sentir amor, eu pensar nele o dia todo, não adianta tentar fazer as coisas darem certo, ele simplesmente bloqueia qualquer brecha que possa fazer ele sentir, o Justin é um porra louca. Ele não tá nem ai pra mim, nem pra família dele e muito menos pra você.
- Isso é um desabafo? – ele riu – Mulher despeitada já é demais.
- Não é despeito não queridinho, é a verdade. Eu sei que você vai me matar e eu não tô nem ai, eu não me importo. Só acho que é muito exagero da sua parte querer que ele venha aqui por causa de mim. Justin nunca moveria nenhum músculo por causa de uma idiota como eu, sabe, ele me trata da mesma maneira que você, a diferença é que ele não me bate, ele nunca levantou a mão pra mim, pelo menos isso.
- Pobre Jessica... – ele parecia se divertir com as minhas palavras.
- Já que eu vou morrer eu posso falar, eu falo mesmo, Justin é um babaca assim como você, os dois acham que podem acabar com a vida das pessoas e saírem impunes, mas não é assim cara, a vida é muito mais do que fazer dinheiro e matar pessoas, a vida é se divertir e isso não é divertido, tem outras maneiras de se conseguir isso, por que você não tenta? Não é tão difícil tratar bem as pessoas.
- Pessoas são um lixo, é isso que elas são.
- Se você acha tudo bem, só não espere que ele venha por que ele não vai vir.
- Você está enganada.
- Não, eu não estou. – abracei meus joelhos fitando o nada – Eu amo o Justin, acho que você já deve ter percebido, sabe Trevor eu gosto de cada detalhe daquele idiota, mesmo ele sendo um cretino, um cachorro, um vagabundo, mesmo ele me destruindo, acabando com a minha vida. Eu acho que na verdade isso é o mais bacana sobre ele, você já ouviu dizer que as mulheres preferem os canalhas? É verdade mesmo, elas preferem mil vezes, é como um imã, é como se homens bons não fossem a nossa praia sabe? Essa coisa de ser certinho demais...
- Vem cá, você é sempre tão tagarela?
- Ah, só quando tem uma arma pontada pra minha cabeça, não cara é que você vai me matar, eu tenho o direito de dizer sobre os meus sentimentos, até por que você está esperando o babaca vir, mas ele não vai vir. Talvez meu pai possa mandar suas tropas até aqui, tipo o FBI, ele pode recrutar uns caras, mas agora o Justin? Não espere por isso. O Justin é um amante e tanto na cama, ele faz loucuras, ele é muito bom, ele também é um palhaço, já reparou no sorriso dele? Meu Deus, ele é de tirar o fôlego, e quando ele te pega, ele te pega de jeito, ele te mostra que ele está no controle, que você é dele. – sorri vislumbrando a cena – Ás vezes ele saber se carinhoso, mas do jeito dele, nada de grandes demonstrações, eu sei que eu não sou como qualquer outra pra ele, aliás ele me disse uma vez que...
- Para de falar!
- Ele me disse uma vez que eu nunca fui igual a nenhuma, mas isso não quer dizer nada além de que as outras ele pegava só uma vez, já eu não, eu ele queria mais vezes, talvez... bom, não sei por que, isso ele nunca me disse. Ele fez tanta besteira, eu não entendo por que gosto tanto dele, por que ele me chamou tanto a atenção, por que cara? Eu não consigo, sabe?
- Não, eu não sei. – ele estava tedioso.
- Você nunca se apaixonou?
- A única mina da minha vida é a Shelby, aquela gostosa me deixa maluco.
- É isso! – falei risonha – É isso, é como se... se você fosse auto confiante, linha dura, extrovertida e determinada, mas ai aparece aquela pessoa, e daí quando ela está perto de você, é como se...
- Como se o seu chão desabasse e você perdesse o controle sobre você mesmo. – completou ele, certamente pensando nessa garota, mulher, sei lá.
- Exatamente. – eu sorri, não me preocupava mais se iria morrer ou não – É assim que eu me sinto com ele, quando ele chega não importa o quanto eu queira matar ele, Justin sempre acaba me tendo por completa, eu me rendo, eu sempre me rendo aos seus encantos, ao seu charme, seu jeito, seu corpo, seu sorriso.
- Bieber gosta de você. – disse ele convicto – Que pena que você nunca vai ter a chance de ouvir isso dele.
Eu dei risada.
- Não vou mesmo, mas ele vai conseguir ficar no seu lugar um dia, e quando esse dia chegar eu vou estar rindo lá no céu.
- Ele vai morrer hoje junto com você.
- Não tenha tanta certeza Trevor! – escorei-me na parede para levantar – Ele não vai vir atrás de mim.
- Eu já disse que ele vai. – Maddox acompanhava cada movimento com a arma.
- O JUSTIN NÃO GOSTA DE MIM PORRA! QUAL A PARTE DO ELE NÃO TEM SENTIMENTOS QUE VOCÊ NÃO ENTENDEU ANIMAL? – eu estava gritando na cara dele sem me importar com a arma apontada pra mim – FRIO PORRA, FRIO COMO GELO E MAIS AMARGO DO QUE UMA NOITE FRIA DE DEZEMBRO!
Eu mal tinha percebido o quanto doía pronunciar aquelas palavras.
Admitir aquilo.
Eu não queria dize-las, eu queria acreditar que elas fossem mentira.
Eu queria que ele me amasse.
- EU VOU ENTRAR DE QUALQUER JEITO PORRA!
Meu corpo inteiro tremeu quando vi um Justin revoltado e furioso atravessar a porta correndo. Os dois seguranças caíram no chão, eu sabia que ele tinha matado todo o resto.
Mas eu não acreditava, ainda não acreditava no que via.
O desespero foi tão grande que nem percebi quando Trevor segurou meu braço e apontou a arma pra minha cabeça deixando claro que eu iria morrer se Justin tentasse fazer alguma coisa contra ele.
- O que é que você estava dizendo mesmo Jessica? – a voz de Trevor soou diabólica enquanto eu me dava conta de algo que jamais passou pela minha cabeça.
Justin podia até não me amar, mas ele jamais ficaria sem a sua vadia.
+120 comentários
Tá ai, como prometido <3333333 amo vocês http://ask.fm/JBieberHorny


"Oi, meu nome é Justin Bieber. Eu sei que você me julga. Mas será que você sabe que eu investi 300 mil dólares para curar o câncer de uma fã? Ou que eu doei 100 mil dólares pra uma escola carente? Será que imagina que eu doei 1% dos ingressos vendidos de diversos shows para o Haiti, depois do terremoto? Ou que eu doei todo o lucro da venda do meu primeiro perfume (60 milhões de dólares) para instituições de caridade? Conhece meu trabalho com a Pencils Of Promise? Ou minha campanha contra o bullyng? Será que sabe que o dinheiro arrecadado com uma mecha do meu cabelo foi doado pra caridade? Será que não viu todas as vezes que fui em um orfanato ou hospital? Claro que não. Você estava muito ocupado, me odiando porque eu canto Baby." - Justin Bieber
